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Se está a pensar em pedir uma avaliação do valor patrimonial tributário da sua habitação e assim poupar no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), tem até ao final deste ano para o fazer. Isto porque, a partir do dia 1 de janeiro de 2019, o preço do IMI vai aumentar dos 603 euros (registados entre 2010 e 2018) para os 615 euros.

Para saber se vale a pena fazer um pedido de atualização a DECO disponibiliza um simulador no qual só tem de colocar os seus dados . Desde 2007, o valor do metro quadrado tem vindo sempre a crescer: dos 600 euros iniciais até 615 euros.

Em 2009, o Fisco baixou gradualmente os preços para responder à crise no mercado imobiliário, para os 609 euros e desde 2010, fixou-se nos 603 euros. A 20 de dezembro de 2018, foi publicada uma portaria que fixa o valor de construção em 615 euros a partir de 1 de janeiro de 2019.

Este crescimento do metro quadrado pretende acompanhar a valorização dos imóveis. Contudo, vai inviabilizar que muitos contribuintes possam reduzir o IMI a pagar, se pedirem uma nova avaliação a partir de 1 de janeiro de 2019.

Fonte “jornaleconomico.sapo.pt”

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O mais recente estudo da Intrum, titulado de ”European Consumer Payment Report 2018” (ECPR), refere que Portugal é o país europeu onde existe maior preocupação em como pagar as prendas de natal. O estudo foi divulgado esta quarta-feira, e recolheu dados de mais de 24 mil consumidores, em 24 países europeus, e analisou os seus hábitos e comportamentos de consumo.

O estudo conclui que 44% dos portugueses inquiridos dizem-se preocupados em como pagar os presentes de natal, sendo o país que expressa esta preocupação em maior percentagem entre todos os países europeus participantes, cuja média europeia se situa nos 27%, informa o comunicado enviado às redações.

Este ano, foram introduzidos novos dados no relatório que permitiram analisar o impacto dos impostos na economia doméstica. Concluiu-se que 67% dos portugueses considera que os impostos terão um impacto negativo na sua economia privada, em comparação com a média europeia, que se situa nos 47%.

Dos inquiridos, 64% afirma ainda que os impostos levam a consumir menos do que antes, um valor alto comparativamente à média europeia que é de 46%.

Para além disso, 75% refere que os impostos têm um grande impacto no preço de bens e serviços, tornando-os mais caros, percentagem também superior às respostas da média dos consumidores europeus que se situa nos 62%.

O ”ECPR” 2018 revelou que os portugueses conseguem poupar em média 193 euros por mês comparado com o ano passado que registou os 80 euros. A média europeia do ano passado era de 385 euros e este ano de 255.

Apesar de conseguirem poupar mais, nos últimos doze meses, 38% dos portugueses não pagou as suas contas no prazo estabelecido, valor este inferior ao ano anterior que foi de 41%.

Durante os últimos seis meses, os portugueses pediram em média empréstimos de 2,239 mil euros para pagar contas valor superior à média europeia que é de 1,839 mil euros. Sendo que, 37% dos inquiridos prefere pedir empréstimos ao banco e 33% à família.

Esquecimento (57%) e a falta de dinheiro para pagar (38%) são os principais motivos mencionados para justificar o atraso de pagamento. O ano passado, as percentagens foram de 54% e 42% respetivamente. Os inquiridos referiram que as contas de televisão (24%), gás, água e eletricidade (23%) e os empréstimos (19%), são as que mais pagam após o prazo limite. Em 2017 os valores situavam-se em 20%, 23% e 15% respetivamente.

Quase 30% dos portugueses continuam a comprar bens de consumo com plano de pagamento, crédito ou utilizando dinheiro emprestado, percentagem esta ligeiramente superior em relação ao ano anterior (26%).

Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum, “aconselha os portugueses a treinarem, ao longo do ano, a sua capacidade para gastar dentro das suas possibilidades, pensar duas vezes antes de efetuar uma compra de forma a avaliar o preço/produto, e caso realizem algum plano de pagamento, o importante é que mantenham o compromisso assumido. Se enfrentarem dificuldades financeiras, o passo a seguir é sem dúvida pedir aconselhamento de forma a evitar problemas maiores e assim, controlar a sua situação financeira”.

Fonte “https://jornaleconomico.sapo.pt”

Há milhares de ofertas de emprego por preencher e não são só vagas temporárias. Afonso Carvalho, presidente da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE — RH), recusa associar as dificuldades de contratação atuais apenas aos trabalhadores temporários. Diz que o problema é global e que já há empresas a repensar os seus investimentos no país.

Fonte Expresso, mais neste link…

https://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2018-08-02-Empresas-desistem-de-novos-investimentos-em-Portugal-por-dificuldade-em-contratar#gs.wV778Vg

Póvoa de Varzim, Porto, 09 (Lusa) – A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim pretende “renovar a imagem” do mercado municipal local e para tal investiu 500 mil euros em obras de requalificação da fachada do edifício, revelou hoje a autarquia.

As intervenções, que arrancaram esta semana e vão prolongar-se por seis meses, pretendem dar uma estética mais moderna ao equipamento, inaugurado em 1982, na zona central da cidade.

Entre as modificações previstas, destaca-se o revestimento das paredes inferiores em madeira, a substituição das caixilharias dos estabelecimentos comerciais exteriores, o revestimento, no nível superior, em chapa de zinco de cor verde, a iluminação pública dos passeios embutida no revestimento dos tetos da pala e a iluminação da fachada do nível superior instalada sobre o terraço.

O presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, espera que “a requalificação do mercado resulte numa imagem mais moderna e adaptada à realidade deste tipo de equipamentos e suas necessidades”.

O autarca garantiu que as obras “não terão impacto no normal funcionamento do mercado para os vendedores e clientes”, embora reconheça “que possam haver perturbações pontuais”.

O plano de requalificação do mercado municipal da Póvoa de Varzim, que se desenvolve há alguns anos, já contemplou a renovação de diversas áreas do interior do equipamento, mas segundo Aires Pereira “ainda há tarefas a concretizar”.

“Depois desta fase iremos renovar o último piso do edifício e, posteriormente, avançar para a construção de um parque de estacionamento subterrâneo na praça contígua”, explicou o autarca.

O presidente da autarquia poveira divulgou ainda a abertura dos procedimentos concursais para a requalificação das escolas Flávio Gonçalves, na cidade, e da EB 2/3, na freguesia de Aver-o-Mar.

O valor do investimento, para as duas empreitadas, está previsto em seis milhões de euros, sendo que quatro milhões provêm de uma candidatura a fundos comunitários, e os restantes dois de investimento direto da autarquia.

“São dois equipamentos que há vários anos precisam de uma intervenção, para que as crianças e jovens do concelho tenham instalações de ensino condignas. Acreditamos que as obras possam arrancar já este ano”, disse o presidente da Câmara da Póvoa de Varzim.

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As regras do Banco de Portugal (BdP) que criam restrições à concessão de novos créditos à habitação e ao consumo, estabelecendo que as famílias apenas podem gastar metade do seu rendimento com empréstimos bancários, entram este dom

As novas regras foram anunciadas no incío de fevereiro, tendo o supervisor e regulador bancário justificado que o objetivo é os bancos não assumirem riscos excessivos nos novos créditos e que os clientes tenham capacidade de pagar as dívidas.

Estas limitações surgem quando o BdP admitiu no início de junho, no Relatório de Estabilidade Financeira, que há “alguns sinais” de sobrevalorização dos preços do imobiliário, embora limitados.

Para já, estas regras são apenas uma recomendação – ainda que os bancos que não as cumpram tenham de se explicar –, mas, em maio, o governador do BdP, Carlos Costa, avisou no Parlamento que se os bancos não as respeitarem poderão passar de recomendações a ordens vinculativas.

As novas regras estabelecem três tipos de limites:

Limites à taxa de esforço.

O BdP recomenda a atribuição de novos créditos apenas a clientes que gastem no máximo metade (50%) do seu rendimento líquido com as prestações mensais de todos os empréstimos detidos (habitação e consumo).

O supervisor bancário abre exceções, permitindo que possam ultrapassar este limite da taxa de esforço até 5% do montante total de créditos concedidos por cada banco em cada ano e que um quinto do montante total de créditos concedidos em cada ano possa ter uma taxa de esforço de 60%.

Na análise da capacidade do devedor, os bancos têm ainda que ter em conta fatores como o aumento das taxas de juro (em três pontos percentuais), para evitar que a subida das Euribor ponha em risco a capacidade de pagar os créditos, e a diminuição do rendimento mensal no caso dos clientes que no fim do contrato tenham mais de 70 anos.

Limites ao valor do crédito face ao imóvel dado em garantia

O regulador recomenda que o rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado em garantia tenha um limite de 90% para créditos para habitação própria e permanente. Ou seja, nesses casos, o dinheiro emprestado para a compra de casa pode ser no máximo de 90% do valor do imóvel dado em garantia.

Este rácio é calculado com base no menor valor entre o preço de aquisição da casa e o valor da avaliação da casa.

Já para créditos com outras finalidades, o máximo a emprestar corresponde a 80% do valor do imóvel.

Por fim, no caso de créditos para aquisição de imóveis detidos pelos próprios bancos e para contratos de locação financeira imobiliária pode ser emprestado o valor total (100%) do imóvel em garantia

Limites à maturidade dos empréstimos.

O Banco de Portugal recomenda o máximo de 40 anos como limite da duração do empréstimo para novos contratos de crédito à habitação e crédito com garantia hipotecária.

Pede ainda convergência gradual para uma maturidade média de 30 anos até final de 2022.

Os novos créditos ao consumo devem durar no máximo de 10 anos.

Fonte: “Expresso.sapo.pt”

Os preços das casas em Portugal estão a subir mais do que nunca. Os imóveis residenciais ficaram 7,9% mais caros a nível nacional, no primeiro trimestre deste ano face ao homólogo. Ou seja, um valor perto do dobro do aumento registado na zona euro (4,0%) e União Europeia (4,5%), no mesmo período. Depois da República Checa (12,8%), Lituânia (10,2%) e Letónia (10,1%), Portugal é o quarto país onde o mercado imobiliário mais aqueceu, segundo mostram os dados mais recentes do Eurostat.

Em sentido contrário, a Croácia (-0,4%) e Itália (-0,1%) assistiram a uma quebra de preços face ao primeiro trimestre de 2016.

Na comparação com o último trimestre de 2016, entre janeiro e março, os preços das casas aumentaram 2,1% de preço em Portugal, 0,4% na zona euro e 0,7% na UE, tendo as maiores subidas sido registadas na República Checa (2,9%), na Letónia (2,8%) e na Suécia (2,5%).

Os recuos trimestrais mais significativos observaram-se em Malta (-5,4%), na Eslováquia (-2,4%) e em Chipre (-1,4%).

Nos dois últimos trimestres do ano passado os preços das casas em Portugal tinham registado um crescimento homólogo de 7,6%, o que também duplicava o aumento médio verificado na zona euro.

https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2017/07/19/33963-precos-das-casas-em-portugal-aumentam-o-dobro-da-zona-euro

Fonte: ” Idealista”

Comprar uma casa, em qualquer zona do país, vai sempre sair-te mais barato do que arrendar, a longo prazo, segundo contas feitas a partir de dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). No atual contexto de alta subida de preços no mercado de arrendamento, e desde que tenhas o dinheiro para a entrada da compra do imóvel, ao fim de 18 anos a pagar renda terás a tua própria casa já liquidada junto do banco. Isto mesmo nas regiões onde se vive hoje em dia uma maior pressão imobiliária, com os preços de venda inflacionados face à mediana nacional.

ECO fez as contas com base nos valores medianos, por metro quadrado, de arrendamentoe de venda, para cada capital de distrito do país, disponibilizados pelo INE. No caso do arrendamento, considerou apenas o valor da renda.

Já no caso da venda, tal como o jornal salienta, há dois cenários a ter em conta: o valor da venda, no primeiro; e no segundo, os custos que a propriedade de uma casa acarreta como a prestação mensal do crédito contraído para comprar a casa (incluindo o montante emprestado, juros, seguros e comissões), com base nos cálculos do simulador do Banco de Portugal, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a pagar a cada ano, o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e o imposto de selo a pagar no momento da compra.

Tanto no arrendamento como na compra, o diário exclui despesas como água, luz e gás.

Contas feitas

Assim comprar uma casa de 100 metros quadrados em Portugal custa 93.200 euros. Arrendar a mesma casa custa 439 euros por mês.

Ou seja, antes de completar 18 anos de um contrato de arrendamento, o inquilino já pagou o suficiente para comprar essa casa, se a renda se mantiver nesse período. A maioria dos créditos contraídos junto da banca para a compra de casa é superior a 30 anos, segundo o Banco de Portugal.

E, acrescenta o jornal online, pode demorar-se ainda menos. Em Braga, Santarém e Beja, os inquilinos não chegam a viver 15 anos numa casa para pagá-la em rendas. Já em Lisboa são precisos 21 anos para pagar o valor total da casa em rendas.

Os valores variam de região para região, mas há um traço comum: ao final do mês, mesmo contando com os custos dos impostos, seguros, comissões e juros associados aos empréstimos junto da banca, arrendar custa sempre mais do que comprar. As diferenças de custos chegam a ultrapassar os 60%.

Qual a cidade onde arrendar menos compensa?

As diferenças de custos chegam a ultrapassar os 60%. Lisboa, a zona mais cara do país para arrendar ou comprar casa, é a cidade onde a diferença entre uma e outra opção é menor, de acordo com os cálculos do ECO. Arrendar uma casa na capital tem um custo mediano de 962 euros por mês. Comprar a mesma casa terá um custo mediano de 243.800 euros. Ao fim do mês, contabilizados todos os custos, o proprietário de uma casa em Lisboa terá de pagar, durante 30 anos, 853 euros por mês.

Já no Porto, onde os custos com a habitação também são muito superiores aos da mediana nacional, a renda de uma casa com 100 metros quadrados custa 677 euros por mês. O custo mensal da compra desta mesma casa será de 450 euros por mês, ao longo de 30 anos.

No ponto oposto, Beja é a cidade onde a diferença de custos do arrendamento e da compra é maior: custa mais 68,9% arrendar, remata a publicação.

Fonte: “Idealista”

Eleito pelo PSD e com maioria na Assembleia da União de Freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai, Ricardo Silva tomou posse no sábado como presidente de Junta, assumindo “que a porta desta casa está aberta a todos”.

No executivo da junta, Ricardo Silva será acompanhado por Amadeu Matias, Augusto Moreira, Igor Oliveira, Olindina Novo, Manuel Viana e Bruno Novo, enquanto a mesa da Assembleia é composta por Sandra Amorim, presidente, Maria Alice Monteiro e Joaquim Carvalho, como vogais, lista que mereceu os 10 votos dos eleitos do PSD enquanto a oposição votou em branco.

Na Assembleia, o PSD conta com 10 deputados, o PS com 5, o CDS com 2, e o BE e CDU, com um cada.

Sandra Amorim, do PSD, foi eleita presidente da Mesa da Assembleia, por unanimidade dos 19 deputados.

Na foto, os 7 elementos do executivo para o mandato 2017-2021.

Fonte: “Mais semanário”

As novas regras que obrigam à divulgação dos meios de pagamento usados na compra e venda de imóveis acabam de ser publicadas em Diário da República e entram em vigor no espaço de 90 dias.

De meados de Novembro em diante, as escrituras de compra e venda de imóveis passarão a identificar todos os meios de pagamento através das quais os prédios são transacionados. O objetivo é permitir às autoridades seguirem o rasto ao dinheiro e reduzir os riscos de negócios simulados, num sector com maior propensão à lavagem de dinheiro e que volta a estar a estar em alta.

As novas regras foram publicadas esta segunda-feira, 21 de Agosto, em Diário da República, no diploma que cria o registo Central do Beneficiário Efetivo (RCBE) e concretizam-se através de alterações ao Código do Registo Predial e ao Código do Notariado.

Tal como já tivemos oportunidade de escrever, estas regras implicam por exemplo que, se um prédio for comprado através de cheque, seja preciso indicar o seu número e o banco. Se estiver em causa a transferência bancária, então terão de ser identificados o banco e o número da conta, tudo elementos que não constam atualmente das escrituras. A Lei também fala na necessidade de indicar a moeda usada, no caso de pagamentos em dinheiro, mas este será um meio limitado por via de uma outra proposta que limita o dinheiro vivo a 3.000 euros.

As regras, que integram o extenso pacote que transpõe a diretiva de prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, entram em vigor daqui a 90 dias, em meados de Novembro, a mesma altura em que é suposto avançarem as novas obrigações declarativas que conduzirão à constituição de uma base de dados com todos os beneficiários efetivos, outro instrumento que pretende reduzir a opacidade nos negócios e que trará obrigações acrescidas aos operadores económicos.

Apesar de se fazer em nome do reforço da transparência nos negócios imobiliários, a medida foi muito criticada pela Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), que considerou que ela envolve dados pessoais sensíveis, sendo por isso inconstitucional. O Presidente da República, que no passado se mostrou sensível às recomendações da CNPD, acabou contudo por dar-lhe luz verde.

Agentes imobiliários divulgam rendas acima de 2.500 euros

Um gesto análogo ao dos notários é também pedido aos agentes imobiliários. Atualmente, o sector já está obrigado ao envio semestral de uma relação dos negócios que intermedeia, e a indicar os meios de pagamento, mas agora pede-se aos agentes imobiliários que passem a indicar igualmente “os números das contas de pagamento utilizadas” e, mais do que isso, estende-se a obrigação de reporte aos arrendamentos acima de 2.500 euros/mês – e não apenas à compra e venda.

Estas regras em particular constam do diploma que transpõe o grosso da quarta diretiva do branqueamento de capitais, e que já foi publicada na semana passada em Diário da República.

Fonte: “Jornal de negócios”

Segundo o Eurostat, no segundo trimestre, o preço das habitações aumentou 1,5% na zona euro e 1,8% na União Europeia, face ao primeiro trimestre, com Portugal a registar uma subida de 3,2%.

Na comparação homóloga, ou seja, com o segundo trimestre de 2016, os preços das casas aumentaram 3,8% na zona euro e 4,4% no conjunto da União a 28, enquanto em Portugal aumentaram 8%, indicam ainda os números divulgados pelo gabinete oficial de estatísticas da UE.

Na comparação em cadeia, face ao primeiro trimestre deste ano, as maiores subidas entre Abril e Junho foram registadas na Letónia (6,1%), Eslováquia (5,6%) e Roménia (4,9%) – protagonizando Portugal a oitava maior subida -, enquanto os maiores recuos nos preços tiveram lugar na Hungria (-1,5%) e Bélgica (-0,7%).

Já na comparação com o segundo trimestre de 2016, as maiores subidas foram observadas na República Checa (13,3%), Irlanda (10,6%) e na Lituânia (10,2%), tendo Portugal a sétima maior subida, enquanto os preços recuaram ligeiramente em Itália (-0,2%).

Fonte: “Diário imobiliário”