Archive HOME

A Airbnb, a plataforma líder em hospitalidade comunitária, revela que 1.113.000 pessoas reservaram alojamento em Portugal neste Verão (Junho, Julho e Agosto), através da plataforma, representando um crescimento de 59%, face a igual período do ano transacto, situando Portugal como o sexto destino que mais visitantes recebeu pela Airbnb da Europa, neste período.

Destes viajantes, mais de 218 mil pessoas viajaram em família e optaram por reservar o seu alojamento, neste período estival, pela Airbnb. Portugal ocupa o oitavo lugar, entre os países europeus, relativamente à chegada de hóspedes em família.

Em comunicado, a plataforma informa que este verão, o número de portugueses a reservarem alojamento na plataforma Airbnb registou um crescimento de 73% para 173 mil, comparando com os 100 mil registados no verão do ano passado. Destes, cerca de 39 mil foram viajantes em família que optaram por alojamentos anunciados na Airbnb para se acomodarem, neste verão.

Os destinos que registaram maior crescimento entre os viajantes portugueses são domésticos, com especial destaque para o norte e para o arquipélago dos Açores. No entanto, o lugar cimeiro é ocupado por Santarém com um crescimento de 609%. Póvoa de Varzim (crescimento de 316%, em comparação com o mesmo período do ano transato), Vila do Conde (+ 220%) e Esposende (+ 198%) são as cidades em destaque, a norte. Já nos Açores, Madalena (+ 199%) e Angra do Heroísmo (+ 182%) foram os destinos com maior crescimento. Relativamente a destinos estrangeiros, Glasgow na Escócia destaca-se com um crescimento de 224%, face ao verão de 2016.

Em todo o mundo, a Airbnb, este Verão, recebeu 45 milhões de hóspedes, sendo que oito milhões foram viajantes em família. A melhor noite, no que diz respeito ao número de reservas na plataforma, foi a 12 de Agosto com 2,6 milhões de hóspedes.

Fonte: “Diario Imobiliario”

Já é possível circular nos novos arruamentos envolventes ao MAPADI que pretendem conduzir à desejável normalidade em termos de fluidez de tráfego automóvel e pedonal, necessária ao equilíbrio emocional do elevado número de utilizadores em dois períodos muito especiais do dia – o início e o fim do horário laboral de uma grande parte dos munícipes.

A intervenção realizada pelo Município permite que a Rua José Régio funcione como complemento da malha viária urbana de modo a permitir melhorias significativas ao esquema de circulação próximo da zona das escolas com a introdução de soluções que garantam a fluidez do tráfego. Veja a fotogaleria.

De modo a melhorar a circulação rodoviária em toda a envolvente e a adaptá-la às novas vias, foram introduzidas algumas alterações à circulação, nomeadamente:

– O troço da Rua José Régio, entre a Rua Dr. José Gomes de Sá e a Rua Major Mota passará a ter dois sentidos de tráfego;

– Em frente à Escola Dr. Flávio Gonçalves será invertido o sentido de circulação, passando a ser de sul para norte.

– As novas vias terão circulação em ambos os sentidos.

Nos primeiros dias, a Polícia Municipal estará presente no local para garantir o cumprimento das novas regras e prestar o apoio necessário aos automobilistas.

Fonte:“http://www.cm-pvarzim.pt”

Cerca de 70% dos colaboradores das empresas em todo o mundo consideram que sentirem-se felizes no local de trabalho é a experiência mais importante para a realização profissional.

O estudo Workplace Powered by Human Experience realizado pela consultora imobiliária JLL pretende perceber como é que a experiência humana, ou seja, a forma como as pessoas se relacionam com uma organização, tem impacto nas decisões imobiliárias e no desenho do escritório do futuro.

Esta procura da felicidade no ambiente de trabalho é especialmente valorizada na Austrália, Alemanha, África do Sul, Hong Kong (China) e França, os quais, a par dos Estados Unidos, Japão, Índia, e na, Europa, Reino Unido, Holanda, Itália e Espanha, foram os 12 países abrangidos neste estudo, que envolveu mais de 7.300 colaboradores de 40 empresas. O “reconhecimento” (indicado por 60% dos inquiridos), o “desenvolvimento e conhecimento pessoal” (54%), a “criatividade” (53%) e a “inspiração” (43%) são outras experiências tidas como importantes para a realização profissional, considerada pelo estudo uma das três prioridades para que uma organização possa proporcionar uma melhor experiência humana aos seus colaboradores. As outras duas são o envolvimento e a capacitação dos colaboradores.

O estudo conclui ainda que as empresas de todo o mundo deveriam considerar a criação de uma função especificamente dedicada à felicidade dos seus colaboradores, com cerca de 90% dos inquiridos a afirmarem ser uma boa ideia (33% consideram mesmo ser uma excelente ideia) a nomeação de um Chief Hapiness Officer (CHO), ou seja, alguém dedicado, a tempo inteiro e em exclusivo, à promoção de uma experiência de bem-estar no local de trabalho. Os colaboradores das empresas em países como a Índia, os EUA, a África do Sul e China são os que estão mais convencidos sobre a utilidade de um CHO, enquanto na Holanda, Japão, Austrália, França e Alemanha se mostram menos entusiasmados com a implementação desta nova função nas suas empresas.

De acordo com o estudo, o imobiliário vai, por isso, ter de evoluir para colocar a experiência humana no centro dos espaços de trabalho modernos, o que será visível quer a nível do desenho e configuração dos interiores dos escritórios quer ao nível das estratégias de imobiliário corporativo, as quais envolvem, entre outras, decisões de localização e dimensão das instalações. Em termos práticos, a solução para aumentar os níveis de felicidade através do espaço físico pode passar pela criação de uma sala de meditação, uma sala para sestas, um ginásio ou uma sala para serviços de nutrição, homeopatia ou de beleza; além valências de infantário ou zonas de breakdown para comer um snack, aponta o estudo.

“Estas transformações na forma como as pessoas experienciam e vivem o seu local de trabalho são cruciais para a competitividade e produtividade das empresas. O espaço físico, o imóvel propriamente dito, é o local onde toda esta experiência começa e, por isso, as empresas já não podem preocupar-se apenas em disponibilizar um escritório confortável para trabalhar. É preciso que as estratégias imobiliárias se foquem em criar espaços que permitam às pessoas atingir as suas ambições e, como mostra o estudo, a sentirem-se felizes”, revela Pedro Lancastre, Managing Director da JLL Portugal.

O responsável adianta ainda que em “Portugal, no âmbito do nosso negócio sentimos que essa é uma preocupação crescente das empresas que nos procuram para encontrar as suas instalações e apoiar nas estratégias imobiliárias corporativas, assim como para executar as obras dos seus escritórios a nível de interiores. Nós próprios, JLL Portugal, estamos focados em criar a melhor experiência para nossos colaboradores. É uma questão de cultura e que integramos na nossa vivência interpessoal diária, mas que também está muito presente na forma como o nosso espaço de trabalho foi pensado”.
Fonte: “Jornal económico”

Portugal tem sido considerado um dos melhores países para quem aproveita outros regimes fiscais. Há quem considere o território nacional uma espécie de Florida para pensionistas estrangeiros, empreendedores e ainda para quem tem milhões para investir. Os cidadãos franceses não ficam alheios a esta realidade que acaba por ser considerada tentadora

Portugal há muito que convenceu vários estrangeiros a mudarem-se de armas e bagagens e na lista dos que mais se sentem convencidos a viver no nosso país estão os franceses. Cada vez mais empreendedores gauleses olham para Portugal como a melhor opção para se fixarem, criarem e fazerem crescer os seus investimentos e negócios. Assim como há quem se mude para poder usufruir descansadamente da reforma.

Em 2014, por exemplo, sete mil franceses instalaram-se em Portugal, o que de acordo com a Câmara de Comércio e da Indústria Franco-Portuguesa (CCIFP) representou “três vezes o número de franceses que deixaram a França por Portugal no ano de 2013”.

Na altura em que foram divulgados, estes resultados levaram a televisão francesa TF1 a fazer uma reportagem em Portugal de forma a perceber o que motivava os franceses a escolher cada vez mais o país para criarem os seus negócios ou investir largos milhões de euros.

Nesta altura, a conclusão foi de que Portugal tinha conseguido deixar de ser procurado apenas pelos franceses já reformados, que aproveitavam as isenções de impostos.

Muitos começaram a procurar soluções para criarem um novo negócio, um negócio próprio. E para quem acha isto estranho, os franceses dão uma explicação simples: é preciso elogiar a velocidade com que se criam as empresas e a simplicidade destes processos.

Olivier Vallancien, dono do restaurante La Parisienne, foi um dos entrevistados na reportagem da televisão francesa e sublinhou alguns pontos importantes: “A carga horária é de 40 horas semanais, mas pode trabalhar-se mais e ganhar mais. Assim como os impostos para os patrões são mais baixos do que em França”.

Desagravamento fiscal

O regime dos residentes não habituais foi aprovado em 2009 e, desde então, um número cada vez maior de estrangeiros escolhe Portugal para viver. Esta escolha acontece porque consideram ser o país ideal para investir e fixar residência. E, para isto, muito tem contribuído um desagravamento fiscal considerável atribuído a estrangeiros.

A verdade é que, por exemplo, no caso dos pensionistas, a isenção de impostos sobre as pensões que o governo português concede, durante dez anos, aos reformados estrangeiros, faz com que o número aumente de ano para ano.

Novo paraíso fiscal

Há particularidades que permitem que Portugal seja a Florida da Europa. Raquel Mesquita, que elaborou uma tese de Mestrado em Direito Fiscal, na Universidade Católica Portuguesa, explica que é simples: as potencialidades do nosso país são mais do que muitas – sol, preços apetecíveis, mar, boa habitação, e sobretudo uma carga fiscal mais baixa – e já começaram a correr mundo.

Ao abrigo da legislação portuguesa verifica-se uma isenção nas pensões estrangeiras e “nem sequer se exige que os rendimentos possam ser tributados no Estado da fonte”.

Mas quem pensa que Portugal é caso único neste sentido, desengane-se. Outros países já tinham conseguido atrair pensionistas estrangeiros, nomeadamente, a Irlanda e o Reino Unido, que também concedem isenção sobre as pensões estrangeiras, as quais, também nestes casos, não são tributadas nos países de origem.

O sistema português

O regime fiscal dos residentes não habituais serve o objetivo de estimular a competitividade fiscal internacional e tem como alvos os reformados e pensionistas que queiram viver em Portugal, os trabalhadores independentes e os não residentes – trabalhadores dependentes ou independentes – que queiram estabelecer no país uma residência temporária.

Para que sejam considerados residentes não habituais basta que no ano a que respeitam os rendimentos tenham permanecido em Portugal mais de 183 dias. Não podem ainda ter sido tributados em sede de IRS nos cinco anos anteriores. No início, o processo era difícil e moroso. Mas as queixas que se fizeram sentir quanto ao excesso de burocracia deixaram de existir quando, em 2012, deixou de haver obrigatoriedade de apresentar comprovativo da anterior residência e tributação no estrangeiro. Agora, basta declarar que nos cinco anos anteriores foram preenchidas as condições que a lei exige para que alguém se torne residente no país.

Mas as vantagens que Portugal apresenta são maiores do que se pensa. Até no prazo para usufruir do regime, o país oferece vantagens em comparação com outras nações, já que o regime dura 10 anos, período consecutivo e renovável. É até é possível uma ilimitada utilização. Como? Imaginemos que uma pessoa, que foi considerada residente não habitual em Portugal, fica os 10 anos, vai para outro país e usufrui do mesmo regime, ao fim desses anos, poderá regressar a Portugal, onde ser-lhe-á atribuído novamente este regime.

Fonte “Ionline”

Os pagamentos em dinheiro acima de 3.000 euros são proibidos a partir de quarta-feira, mas aos não residentes são permitidos pagamentos até 10 mil euros, ou o equivalente em moeda estrangeira. O diploma publicado esta terç-feira em Diário da República, e que entra em vigor na quarta-feira, aplica-se mesmo às transações já efetuadas, mas ainda não pagas: “A presente lei produz efeitos relativamente aos pagamentos realizados após a sua entrada em vigor, ainda que as transações que lhe deram origem sejam anteriores”, lê-se no articulado da lei.

Para os não residentes em território nacional, o limite de pagamentos acima dos três mil euros e até aos 10 mil euros só é permitido se não atuarem na qualidade de empresários ou comerciantes.

O novo artigo da Lei geral Tributária, intitulado “Proibição de pagamento em numerário”, começa por proibir pagar ou receber em numerário em transações de qualquer natureza que envolvam montantes iguais ou superiores a 3.000 euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira, e introduz novas regras para não residentes e para alguns contribuintes.

Os pagamentos de faturas de valor igual ou superior a mil euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira, realizados pelos sujeitos passivos de IRC, e por sujeitos passivos de IRS com contabilidade organizada, passam a ter de “ser efetuados através de meio de pagamento que permita a identificação do respetivo destinatário, designadamente transferência bancária, cheque nominativo ou débito direto”.

A proibição de fazer pagamentos em dinheiro vivo acima de três mil euros não vigora para quem vive fora de Portugal: “O limite de pagamentos (…) é de 10 mil euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira, sempre que o pagamento seja realizado por pessoas singulares não residentes em território português e desde que não atuem na qualidade de empresários ou comerciantes”, exceciona o diploma.

A lei define ainda a forma de cálculo dos montantes de pagamento: “Para efeitos do cômputo dos limites (…) são considerados de forma agregada todos os pagamentos associados à venda de bens ou prestação de serviços, ainda que não excedam aquele limite se considerados de forma fracionada”.

O diploma introduz ainda mais uma alteração ao atual regime, ao proibir o pagamento em dinheiro de impostos cujo montante exceda 500 euros, e especifica que a proibição de pagamento em numerário “não é aplicável nas operações com entidades financeiras cujo objeto legal compreenda a receção de depósitos, a prestação de serviços de pagamento, a emissão de moeda eletrónica ou a realização de operações de câmbio manual, nos pagamentos decorrentes de decisões ou ordens judiciais e em situações excecionadas em lei especial.”

O diploma hoje publicado altera o Regime Geral das Infrações Tributárias, mas mantendo a penalização da realização de transações em numerário acima dos limites legais, com coima de 180 euros a 4.500 euros, e elimina o artigo da Lei Geral Tributária que exigia que os pagamentos de valor igual ou superior a 1.000 euros fossem efetuados através de meio de pagamento que permita a identificação do respetivo destinatário, designadamente transferência bancária, cheque nominativo ou débito direto.

A lei hoje publicada foi promulgada pelo chefe de Estado na semana passada, e aprovada pelo parlamento em 19 de julho, com base em projetos do PSD e do BE.

Fonte: “Observador.pt”

Há empresas que têm dezenas de casas em stock à espera de uma oportunidade para vender e que já esgotaram a isenção

As empresas de promoção imobiliária, algumas com dezenas de casas em stock à espera de uma oportunidade para vender, estão a ser chamadas pelo fisco a pagar o adicional ao IMI. No raio de alcance do novo imposto estão imóveis que já esgotaram os três anos de isenção de que a lei lhes permite beneficiar. Há casos de faturas milionárias a chegar à caixa de correio de quem se dedica à compra de casas para habitação ou terrenos de construção para posterior revenda.

“Muitos corretores que tinham ativos em stock estão a ser chamados a pagar este adicional e não são valores baixos. Falamos de faturas de 30, 40, e até 50 mil euros por imóveis que já são muito difíceis de vender”, confessa Luís Lima, presidente da APEMIP, em declarações ao DN/Dinheiro Vivo. E lembra que esta cobrança extraordinária por parte do fisco constitui um novo abalo financeiro nas tesourarias de um setor que só agora começa a restabelecer-se da crise. “Este Adicional ao IMI assusta-me muito, especialmente porque não há previsão de que seja retirado no próximo Orçamento do Estado”, acrescenta.

Antes de comprarem um imóvel para posterior revenda, as empresas podem pedir isenção do Imposto Municipal sobre Transações Onerosas (IMT) e, após a aquisição, podem requerer isenção do pagamento do IMI pelo mesmo período. “A lei determina que desde que essa isenção do IMI – que é concedida no âmbito da atividade da empresa – tenha sido requerida, também não há lugar ao pagamento do adicional ao IMI”, referiu ao DN/Dinheiro Vivo António Gaspar Schwalbach, responsável da equipa de fiscal da Telles.

Fonte “Diário de Noticias”

Em agosto, a Póvoa de Varzim celebra a festa religiosa da padroeira dos pescadores: as Festas d’Assunção, que este ano se realizam de 6 a 22 de agosto.

Organizadas pela Real Irmandade da Nossa Senhora da Assunção – Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Lapa, as Festas têm início a 6 de agosto com a Novena Preparatória, até dia 11. A 12 tem início o Tríduo Preparatório.

No domingo, 13 de Agosto, às 19h00, haverá Eucaristia com Sermão.
À noite, o cantor poveiro Domingos Moça dá um espetáculo musical no Largo António Nobre, a partir das 21h45.

Na segunda-feira, 14 de agosto, terá lugar a Missa da Vigília com Sermão, às 19h00. Da parte da noite, o Largo António Nobre recebe o Grupo Ponto Final às 22h00, atuação que precede uma grande sessão de fogo-de-artifício a encerrar o dia, às 24h00.

Terça-feira, 15 de agosto, às 11h30 haverá uma Eucaristia Solene, presidida por D. Nuno Almeida, Bispo Auxiliar de Braga, e animada pelo coro paroquial com música instrumental. A principal atração do dia, e do evento, é a imponente procissão de Nossa Senhora d´Assunção, considerada pela organização como a mais rica e sumptuosa do País. Este ano, a procissão parte da Igreja da Lapa às 16h00 e integrará a GNR (a cavalo), a Fanfarra dos Escuteiros de Ronfe e as Confrarias e Irmandades da Póvoa de Varzim.

O cortejo religioso percorrerá o seguinte itinerário: Rua 31 de Janeiro, Largo Elísio da Nova, Rua João Dias, Rua da Junqueira, Rua da Alegria, Rua António Graça, Rua Elias Garcia, Avenida dos Banhos e Avenida dos Descobrimentos até à Lapa, onde termina. À passagem da procissão pela marginal poveira, frente ao porto de pesca, os andores serão virados para o mar, altura em que serão lançados milhares de foguetes em saudação à virgem padroeira dos pescadores.

A 19 de agosto, haverá uma Eucaristia, às 21h00, seguida de Procissão de Velas com o andor de Nossa Senhora d’Assunção, às 22h00, pela Rua Coronel Oudinott, Rua Elisário Monteiro, Rua da Cordoaria, Rua dos Favais, Rua do Fieiro e Rua 31 de Janeiro, regressando à Igreja da Lapa. As Festas só terminam a 22 de agosto, terça-feira, com a cerimónia do Beija-mão, que começa às 09h00 e fecha com uma missa às 18h00.
Partilhar isto:

Carregue aqui para partilhar no Twitter (Opens in new window)3Click to share on Facebook (Opens in new window)3Click to share on Google+ (Opens in new window)

Fonte: “Norte litoral TV”

No domingo que passou, milhares de pessoas encheram as ruas das Caxinas e Poça da Barca, com as varandas engalanadas para receberem a majestosa Procissão do Senhor dos Navegantes constituída por 16 andores, transportados por pescadores, e centenas de figurantes.

As Festas do Senhor dos Navegantes, que atraem anualmente a Vila do Conde milhares de visitantes, encerraram na segunda -feira. Têm como objetivo principal louvar e honrar o Padroeiro das Caxinas e Poça da Barca, cuja devoção é particularmente mantida por todos quantos ganham a sua vida no mar e labutam todos os dias no meio de condições difíceis e adversas

Fonte: “Mais Semanário”

O Banco de Portugal e Bruxelas já alertaram. Uma bolha imobiliária poderá fazer tremer toda a economia do país.

O Prior Velho não é a Lapa, o Parque das Nações ou a Avenida da Liberdade. Ainda. O crescimento imobiliário na capital do país está a fazer nascer empreendimentos em locais anteriormente considerados como improváveis. Ali, junto ao aeroporto, está o condomínio de luxo Garden Residence, com 63 apartamentos de T2 a T5+ 1, a partir dos 400 mil euros. Margarete Pereira está a ponderar mudar-se com a família. “O mercado está muito dinâmico. Moramos numa vivenda e vamos conseguir vendê-la a um bom preço, acima do que estávamos a contar. Vir para aqui parece-me uma boa opção”, explica enquanto visita o andar modelo do empreendimento.

A valorização das casas em Portugal, sobretudo em Lisboa e no Porto, não tem passado despercebida a Bruxelas. Ainda no mês passado, a Comissão Europeia deixou o alerta: a subida dos preços no setor imobiliário português pode causar desequilíbrios na economia do país. O Banco de Portugal também veio lembrar que, se as taxas de juro, que se têm mantido em mínimos históricos, subirem, as pessoas podem ficar sem capacidade para pagar os seus créditos. No Relatório de Estabilidade Financeira relativo ao primeiro semestre deste ano, o regulador português reconhece que ainda não se vive um cenário de bolha, mas receia que “a atual conjuntura de maior crescimento económico, subida de preços no imobiliário e maior concorrência entre instituições poderá propiciar uma menor restritividade nos critérios de concessão de crédito [a famílias e empresas]”. Os ingredientes para uma nova crise de malparado estão todos aí…

Fonte: “Diario de Noticias” 10/6/2017

http://www.dn.pt/dinheiro/interior/bolha-imobiliaria-estamos-em-risco-8553768.html

Além de apostar em projectos de construção nova e dirigidos essencialmente para portugueses o JPS Group pretende trazer novos conceitos ao mercado imobiliário. Com apenas dois anos de existência, quer marcar a diferença e é por isso que vai apostar no Crowdfunding. Uma nova forma de investir em imobiliário. João Sousa, CEO do grupo revela que a entrada no mercado foi realizada de forma sustentada, posicionando-se como uma empresa com capacidades para desenvolver projectos com alto retorno.

O JPS Group é um novo promotor no mercado, de que forma se quer posicionar?

O JPS Group não é apenas um “novo promotor” no mercado, é um grupo relativamente recente mas já com provas dadas de sucesso, e não se resume a ser “apenas” um promotor pois é composto por várias vertentes, nomeadamente uma vertente muito forte de desenvolvimento de parcerias e apoio ao investimento.

Enquanto promotores desenvolvemos projectos inovadores que vão ao encontro das actuais necessidades do mercado, os nossos projectos são únicos e têm preços muito competitivos.

O que nos diferencia de uma forma geral dos outros promotores, é que não nos encontramos presos a nenhum conceito específico, realizamos uma análise cuidada dos projectos e do mercado imobiliário para um posterior desenvolvimento de activos que tenham uma alta valorização, apenas isso.

O JPS Group enquanto grupo promotor, quer diferenciar-se das outras promotoras sobretudo através da nossa política de proximidade com o cliente. Os projectos são pensados para o cliente e com o cliente. Como vendemos os projectos ainda em planta, é importante que os clientes possam participar activamente e que nos ajudem a ir de encontro às suas expectativas.

As nossas políticas de transparência são também um aspecto fundamental na nossa forma de actuar no mercado, daí as nossas comunicações constantes através das redes sociais, canal próprio youtube com filmagens actualizadas da evolução das obras, etc.

Mais uma vez a preocupação com a transparência e compromisso com os nossos clientes.
Também as nossas parcerias sólidas, sobretudo a nível da banca, são um aspecto importante na confiança necessária, sobretudo quando falamos de venda de produtos ainda em planta.

Pela dimensão dos nossos projetos temos parcerias solidas com os maiores fornecedores de materiais de construção que actuam em Portugal para que se consiga oferecer os melhores produtos ao melhor preço. Hoje isso é um factor que faz toda a diferença na promoção imobiliária e que garante um selo de qualidade aos nossos projetos e assim conseguimos ter preços altamente atractivos.

Que novos conceitos pretende trazer ao mercado? O que quer oferecer?

Passamos para a estratégia de iniciar um projecto de obra nova, uma vez mais para satisfazer as necessidades do mercado.

Com a crescente procura por parte dos clientes estrangeiros, os preços por m2 praticados no centro de Lisboa atingem já, com facilidade, preços muito superiores a 5000 euros/m2. Preços esses difíceis de acompanhar por grande parte das famílias portuguesas.

Nesta vertente, o nosso conceito é dar resposta sobretudo aos clientes portugueses, famílias de classe média e média/alta, que procuram moradias e apartamentos com boas áreas, boa construção, acabamentos de luxo, zonas envolventes agradáveis, piscina, garagem e muito perto do centro de Lisboa, mas a preços muito competitivos.

Estamos no entanto atentos às oportunidades de mercado também no centro de Lisboa e Porto para seguir a estratégia do Lux Residence na vertente investimento puro. Foi um produto que teve uma enorme aceitação e que foi um enorme sucesso.

Também estamos receptivos às mais diversas parcerias, ao contrário do padrão dos investidores actuais, para nós o que importa é o valor do projecto. Podemos por exemplo fazer parceria com o detentor do activo, usando a nossa experiência e os meios de que dispomos para tornar o produto num enorme sucesso e numa mais-valia para o detentor do imóvel, e simultaneamente para a nossa empresa e respectivos clientes finais.

Os investidores nacionais e estrangeiros que investem actualmente, por norma, apenas consideram a aquisição do imóvel e respectivo desenvolvimento.

Temos todas as condições para desenvolver projetos que sejam ativos imobiliários com alto potencial de valorização e de qualidade.

O Crowdfunding está a conquistar vários segmentos de negócio. A JPS pretende trazer para o imobiliário este conceito de investimento mas o que difere de um fundo de investimento imobiliário?

Crowdfunding, ou financiamento colectivo, é uma forma simples e inovadora de angariação de financiamento para um projeto através de uma comunidade que partilha os mesmos interesses. Aplicado ao sector imobiliário traduz-se num conceito de “investimento à medida”, ou seja, é apresentado ao investidor o projeto em questão e as margens de retorno do investimento. O investidor analisa e decide o montante que quer investir nesse projeto e quando é que pretende a devolução do capital, com mais ou menos retorno.

Estes projectos são interessantíssimos para pequenos e médios investidores que não têm capital ou conhecimento suficientes para adquirir um imóvel e desenvolver o respectivo projecto dentro dos padrões que se praticam no mercado, mas ao investir através de nós, podem seguir o projecto e decidir quando vão querer a devolução do capital e o correspondente retorno do momento.

Num exemplo prático, um investidor que adquira o terreno e a respectiva construção por 500k pode ter por exemplo um retorno a 3 meses de 6%, a 6 meses de 15% ou a 12 meses de 30%. Será sempre o investidor a decidir quando quer o retorno do investimento. Na maioria dos projectos que temos desenvolvido, esse investimento é inclusivamente assegurado através de garantias reais.

Um Fundo de Investimento é um património autónomo que resulta da agregação e aplicação de poupanças de entidades individuais e colectivas em valores mobiliários ou equiparados. Um Fundo de Investimento Imobiliário é aquele que faz as suas aplicações fundamentalmente em bens imóveis.

No caso dos Fundos Imobiliários, os investidores muitas vezes não têm qualquer tipo de poder de decisão em relação aos imóveis que o fundo detém, e na maioria das vezes nem conhecem o património em questão. Investem apenas com o objectivo do retorno e estão mais dependentes das decisões de quem faz a Gestão do Fundo Imobiliário.

No caso do Crowfunding, os investidores sabem exactamente em que imóvel estão a investir, e no nosso caso específico até podem acompanhar a obra, sugerir alterações e revender no momento que considerem mais favorável sem estarem presos a um prazo específico.

Quais as necessidades do mercado actual e que o JPS Group quer colmatar?

O JPS Group procura ter uma resposta diferente no mercado imobiliário com valências únicas e complementares entre no mercado imobiliário, num âmbito 360 graus.

Sob o ponto de vista do imobiliário, projectos voltados para as famílias portuguesas e projectos de valor acrescentado seja qual for o objectivo, Golden Visas, Investimento Garantido etc.

Os nossos serviços que vão desde a análise e desenvolvimento de projecto até à colocação no mercado e serviços pôs venda.

Sob o ponto de vista puro de apoio ao Investimento, queremos criar uma plataforma de Investimento Imobiliário que junte pequenos e médios investidores que pretendam rendimentos seguros e com mínimo risco, e por outro lado queremos dar apoio a projectos que, muitas vezes por questões económicas dos proprietários ou falta de know-how, deixaram projectos interessantíssimos por desenvolver. A JPS Group está receptiva a analisar esses mesmos projectos em parceria.

O que a empresa pode oferecer aos investidores estrangeiros que querem comprar ou desenvolver projectos em Portugal?

Como já referi, queremos ter uma posição no mercado não só como promotor mas também como uma empresa que cria e desenvolve projectos de alto valor acrescentado.

Os investidores estrangeiros podem em parceria com a JPS Group desenvolver projecto em Portugal, tendo como objectivo apenas o retorno do investimento, e sem terem que se preocupar em montar toda a máquina necessária ao desenvolvimento imobiliário em Portugal.

O JPS Group dispõe de uma equipa própria multidisciplinar que conta com 15 excelentes profissionais de grande experiência. Temos departamentos permanentes de arquitectura, engenharia, marketing, jurídico e comercial.

Uma equipa dinâmica que oferece confiança aos nossos clientes.

Os investidores estrangeiros e não só, diria os investidores de uma forma geral, podem aproveitar o nosso conhecimento e experiência no desenvolvimento de projectos de pequena e grande dimensão, e escolher-nos para parceiros de negócio, dado que os nossos serviços vão desde a análise inicial e desenvolvimento de projecto até à respectiva comercialização.

O JPS Group tem provas dadas de sucesso nos projectos que abraçou até à data, e isso por si só é já uma garantia muito importante quando estamos a falar de investimento e de retorno do capital investido.

Como em todas as áreas de negócio, sabemos que é quase impossível investir e obter grandes margens de retorno sem um risco associado, mas também sabemos que é possível investir em produtos com um risco associado tão residual que o investimento se torna de facto atractivo.

No caso do SkyCity por exemplo, o investimento envolve garantias reais, o produto está com preços tão competitivos e a procura tem sido tão grande, que é quase impossível falarmos de risco associado ao investimento, podemos sim falar em margens de lucro maiores ou menores dependendo da fase da obra em que o investidor pretenda o retorno do capital.

A confiança e segurança para os investidores e clientes finais, é a razão do nosso trabalho e o maior objectivo da JPS Group.

Que tipo de projectos que está a desenvolver e quais os que pretende agarrar?

Desenvolvemos o LuxResidence que já se encontra totalmente vendido. Foi um projecto essencialmente voltado para o investimento pois oferecia uma Yield garantida de 6%. Tivemos investidores das mais diversas nacionalidades desde investidores Portugueses, Franceses, Chineses, Brasileiros, Sul-africanos até Americanos.

O SkyCity está nitidamente mais dirigido para as famílias portuguesas. Temos tido, no entanto, procura por parte de grupos económicos portugueses e estrangeiros interessados em investir em lotes inteiros para poderem vender os apartamentos no final da construção visto as margens previstas de lucro nessa fase rondarem os 30%.

No JPS Group realizamos parcerias e adquirimos projetos que tenham um alto potencial de valorização, estamos como tal abertos a propostas e temos analisado vários projetos que nos têm apresentado.

Os nossos critérios de análise têm sempre por base o valor acrescentado que esses produtos podem trazer quer ao cliente final, quer a potenciais investidores.

Fonte : www.diarioimobiliario.pt