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Portugal está entre os melhores destinos mundiais para investimento imobiliário. Investidores e figuras públicas estrangeiros procuram cada vez mais uma casa no nosso país. Franceses, brasileiros e chineses são os que mais se rendem aos encantos do nosso país, mas não só. Portugal está nas ‘bocas’ do mundo. Em 2016 foi notícia em vários meios de comunicação social a nível mundial, entre eles, a revista Forbes, o The Wall Street Journal, o The New York Times, o Globo ou o El País, entre muitos outros órgãos internacionais.

Não é por acaso que, segundo o Annual Global Retirement Index, da International Living (IL) para 2017, Portugal ocupa a 9ª posição no Top 10 dos melhores países para os estrangeiros viverem depois da reforma, sendo considerado um dos destinos mais atrativos para este ano. De acordo com o relatório, o nosso país atrai reformados devido ao baixo custo de vida, clima ameno, praias no oceano Atlântico e ao facto de muitos moradores falarem inglês.

Também a Christie’s International Real Estate divulga o ranking das 10 cidades mundiais a que se deve estar atento em 2017 pelas diversas características e propriedades de qualidade que possuem. As cidades de Lisboa e Porto estão entre as escolhas da mais prestigiada rede imobiliária do mundo.

Além dos atrativos relativamente ao clima, às belezas naturais e ao património, Portugal é ainda visto como um bom investimento para quem pretende comprar casa, devido aos baixos preços relativamente aos principais destinos da Europa ou mesmo dos Estados Unidos da América (EUA).

A conceituada revista Forbes considera Portugal um dos melhores destinos para investir em imobiliário de luxo, revelando que é uma excelente escolha devido aos preços baixos e aos bons retornos das rendas. Num artigo publicado no final de 2016, intitulado “Com cinco milhões de dólares o que poderia comprar em bens imobiliários em torno do mundo?”, os especialistas internacionais Greg Todora e Justin Petraglia, responsáveis da consultora internacional The Todora-Petraglia Team-Douglas Elliman, afirmam que as melhores propriedades de hoje podem ser encontradas em Portugal e no Panamá. O nosso país é uma excelente escolha porque os preços imobiliários são geralmente baixos e os rendimentos do arrendamento são elevados.
A mesma revista escreveu também que os 48% de eleitores britânicos que teriam preferido ficar na União Europeia querem investir em imobiliário na Europa e Portugal é um dos destinos preferidos.

Milionários investem em imobiliário português de luxo
Imobiliário de luxo é um investimento seguro para quase todos os milionários. Portugal é um dos destinos preferidos segundo o jornal norte-americano The New York Times. Na verdade, comprar uma casa com assinatura arquitetónica, uma boa piscina e vistas desafogadas são algumas das qualidades de uma casa de luxo pelas quais os milionários não se importam de pagar, mesmo com preços acima do mercado.

“Por que tantos cariocas estão elegendo Portugal como segunda casa”, foi o título do prestigiado jornal brasileiro O Globo em agosto de 2016, para explicar as razões por que muitos brasileiros se renderam aos encantos do nosso país e por cá ficaram a viver. Segundo o mesmo jornal, Aguinaldo Silva, Glória Perez, Cláudia Abreu, Fernanda Torres e Paolla Oliveira, são alguns dos nomes conhecidos que integram a cada vez mais extensa lista de proprietários na capital portuguesa.

Ainda num artigo publicado no El País-Brasil, o crescimento do turismo na capital portuguesa tem despertado o interesse dos brasileiros, que veem no nosso país uma oportunidade de investimento e devido a mudanças na legislação e à situação económica dos EUA, os brasileiros estão a trocar Miami por Lisboa na hora de investir em imobiliário.

Também segundo o TheMoveChannel, o principal site independente de imobiliário internacional, que avalia mensalmente o interesse a nível mundial dos investidores, Portugal esteve sempre no topo do ranking mundial para investimento imobiliário em 2016. Chegou a alcançar a 3ª posição atrás dos EUA e de Espanha, caindo em novembro para o 4º lugar e para o 6º no mês passado. Contudo, de acordo com Dan Johnson, director do TheMoveChannel.com, apenas seis países permanecem no Top 10 no final dos anos de 2015 e 2016, entre eles Portugal, assim como os Estados Unidos da América, Espanha, França, Itália e Tailândia.

Em 2017 já atingiu o 3º lugar em Fevereiro, ocupiu o 4º nos meses seguintes e agora está na 6ª posição mas sempre um dos preferidos dos investidores internacionais.

Ainda em Junho último, o portal de alojamento Nestpick, e divulgado pela revista norte-americana ‘Forbes’, coloca Lisboa como a 4.ª cidade do mundo mais acolhedora para os jovens.

O Deutsche Bank também tem Lisboa no ranking das melhores cidades para viver (15º lugar). Em Maio, o Porto chega ao top 20 do ranking europeu para turismo de negócios no na International Congress and Convention Association (ICCA) – ranking mundial. Portugal subiu dois lugares e fecha agora o top 3 da tabela dos países mais pacíficos do mundo, no relatório anual do Índice Global da Paz de 2017.

O nosso país está ainda no topo do ranking como um dos melhores destinos para comprar imobiliário em 2017, seguido pela Colômbia e República Dominicana.

Segundo a publicação Live and Invest Overseas a região do Algarve está em primeiro lugar da tabela, referindo que as propriedades na região mais a sul de Portugal se classificam entre as “melhores pechinchas da Europa … A longo prazo, a propriedade no Algarve manterá o seu valor graças a restrições à construção na orla costeira”.

O novo refúgio dos famosos

Além de todos estes lugares alcançados nos rankings mundiais, Portugal está a ser conhecido como um novo ‘refúgio’ de famosos que estão a comprar casa no nosso país. Madonna é um dos exemplos, já para não falar de outros que já há muito se renderam aos encantos portugueses como actor John Malkovich, os designers Christophe Sauvat e Christian Louboutin, o ex-futebolista francês, Eric Cantona e a atriz italiana Monica Bellucci, ou o Phil Collins, entre outros.

Fonte: www.Diarioimobiliario.pt

AUMENTO SIGNIFICATIVO DA PROCURA DE IMÓVEIS NA CIDADE DA PÓVOA.

MIGUEL FERNANDES mediador imobiliário na zona da povoa de Varzim e grande porto faz uma radiografia e conclui que o numero de compradores tem aumentado de forma considerável no últimos dois anos, sobretudo para imóveis situados no centro da cidade. O mercado do arrendamento porem, não apresenta a mesma vitalidade, uma vez que a oferta é escassa e a demanda incessante. A maioria das pessoas que adquirem um imóvel são de fora da região, inclusivamente do estrangeiro. Relativamente as melhores oportunidades de negocio, Miguel Fernandes deixa algumas dicas.

Como esta o mercado Imobiliário na Póvoa de Varzim?

Relativamente ao mercado da compra ele esta muito animado, estes dois últimos anos temos vindo a verificar um aumento significativo da procura de imóveis a rondar os 25% e por consequência uma valorização dos imóveis a acompanhar este crescimento na ordem dos 10% a 15% no centro da cidade, onde a procura é mais pronunciada. Nas redondezas e freguesias mais próximas ainda não há uma procura tanta expressiva por enquanto, mas com a baixa de oferta no centro e nas zonas de praia, as pessoas iram começar a procurar nestas áreas num futuro breve.
Como esta o mercado de arrendamento?
No que diz respeito ao mercado do arrendamento as coisas já são mais complicadas para quem procura, o produto é escasso e os pedidos são tantos que basta por um anuncio na Internet e no dia seguinte o imóvel esta arrendado. O tipo de oferta que temos na Póvoa muitas vezes será, “barato, velho e com poucas condições” ou “excelente e caro”. Isso irá levar as pessoas, e principalmente os jovens casais a equacionar comprar um imóvel. Por outro lado temos agora um novo mercado de arrendamento que é o sazonal, e este é muito mais rentável. Na media um proprietário consegue ganhar numa semana o que iria receber num mês, sem esquecer aquelas conveniências fiscais, a despreocupação e a disponibilidade do imóvel. No entanto e necessário fazer a comunicação previa a câmara municipal para o alojamento local através do balcão único eletrónico.
Quem compra casas na Póvoa de Varzim?
Posso dizer que facilmente mais de metade dos que compram aqui na nossa cidade são de fora, sensivelmente 20% são de pais como França, Suíça e Alemanha onde a comunidade portuguesa é muita representada. Sensivelmente 40% são de cidades próximas como Famalicão, Braga, Guimarães e os restantes por incrível que pareçam são de tras-os-montes. As outras transações são feitas com pessoas da Póvoa.
Que Tipo de imóvel procuram as pessoas no geral?
O pedido passa primeiro pela zona, as pessoa na sua maioria querem da praça do Almada até a avenida Vasco da Gama até Aver o mar, mas da nacional para o mar(ainda podemos incluir a zona de Montgeron). E vai do simples T1 por volta de 60.000€, passando pelo T2 a 80.000€ e acabando com o T3 a 100.000€, estando a falar de imóveis entre 20 e 30 anos. Se arranjarem ou conhecerem algum imóvel com estas características básicas, estará perto de fazer um bom negocio, ou poderá me dar a indicação o que desde já agradeço. Infelizmente dentro destes preços irá talvez faltar algumas comodidades que são indispensáveis a finalização do projeto ideal tal como um lugar de garagem, elevador ou exposição solar. Ai terá de acrescentar entre 10 a 40 mil euros para preencher tal requisito e isso claro mediante o apartamento e local.
Quais são os argumentos para vender um apartamento a estrangeiros?
Relativamente ao imóvel são os mesmo argumentos que são utilizados para os de cá. Mas o que eu gosto de acrescentar para quem não conhece ou quem acabou de conhecer a Póvoa é fácil. A Póvoa de Varzim é uma cidade costeira e balnear que tem tudo a 25 minutos. Porto, Braga, Guimarães e Viana do Castelo. Temos acessos através de metro, aeroporto e agora porto marítimo. Temos casino, praias, futebol, tourada, inúmeras festas e eventos nos verão. A nossa cidade é viva todos os dias porque conseguimos manter atrativo o comercio local e as lojas de ruas, Há sempre gente a passear entre a rua da Junqueira, praça do Almada, Mousinho Albuquerque e Avenida dos banhos. O Municipio tem feito um excelente trabalho para promover o desporto, o empreendedorismo, as varias feiras e reabilitou ultimamente ruas como a rua Santos Minho, a rua das hortas e a rua Jose Malgueira que por consequência fez aparecer novos comércios, criando mais dinâmica e mais ruas de interesse. Para quem não é de cá, estar a 20km disso tudo não é nada.
Qual seria o seu conselho para quem quer comprar casa na Póvoa?
O meu primeiro e melhor conselho é que faça o negocio com um profissional. Procure alguém com conhecimento da área e do mercado, que saiba do que fala. Peçam referencias dentro do seu circulo de amigos ou conhecidos sobre quem vende, quem é fiável e quem o pode ajudar da melhor forma. Visitam os sites das agências que conhecem e que tem nome.

Fonte: jornal local “Mais Semanário”

Bancos já emprestaram mais este ano que em 2014

Os bancos estão definitivamente mais disponíveis para emprestar dinheiro para a compra de casa. Uma tendência comprovada com os últimos dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP): em maio, foram concedidos 728 milhões de euros em crédito à habitação, mais 192 milhões de euros que no mês anterior. É preciso recuar até dezembro de 2010 para ver os bancos emprestarem tanto dinheiro para a compra de casa num só mês.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, os bancos abriram de facto a torneira do crédito à habitação, já que emprestaram 3,067 mil milhões de euros com esta finalidade. Trata-se de um montante 45,2% superior face ao verificado nos primeiros cinco meses do ano passado e que representa mais de metade (53%) de todo o dinheiro emprestado em 2016. E mais: em 2014, foram concedidos menos que os 3,067 mil milhões de euros financiados entre janeiro e maio do corrente ano, escreve o Jornal de Negócios.

Esta “onda” de “facilitismo” no crédito à habitação está a ser acompanhada pela redução dos spreads. Recentemente, por exemplo, o BCP diminuiu a margem mínima para 1,25%, passando a ter o spread mais baixo do mercado, a par do Santander Totta e do Bankinter.

Fonte: www.diarioimobiliario.pt

Milhares de pessoas assistiram à procissão em honra de S. Pedro, que percorreu as principais ruas da Póvoa de Varzim.

O cortejo religioso, com os quadros de S. Pedro, incorporou centenas de figurantes, entre as quais as autoridades civis e militares, além dos 6 bairros e associações do concelho e de duas bandas de música.

Pela primeira vez na história das festas, a Procissão de S. Pedro foi transmitida em direto através do Facebook, através da página do MAIS/Semanário, com várias dezenas de milhares de visualizações, muitas delas a partir do estrangeiro, em diversos países com presença de emigrantes poveiros.

Fonte: Jornal local “Mais semanário”

Segundo o site “idealista news” : A subida em flecha dos preços das casas em Portugal, que está a deixar Bruxelas sob alerta, e a falta de produto nas zonas de maior procura, como Lisboa e Porto, marcaram grande parte do pequeno almoço de trabalho designado “Quo vadis, imobiliário?” (o Estado da Nação do setor), organizado pelo idealista. Apesar do forte dinamismo que o setor está a viver, sobretudo nas grandes cidades, e da recuperação dos preços, os especialistas rejeitam que se esteja a viver ou que haja o risco de haver uma bolha imobiliária no país, como a que sofreu, por exemplo, a vizinha Espanha.

No encontro, realizado na passada sexta-feira, 19 de maio, participaram vários perfis profissionais do mercado imobiliário (mediadores e promotores imobiliários, consultores, regulador e banca) e a imprensa que acompanha o setor.  E contou ainda com a participação de vários membros do idealista, empresa editora deste portal de notícias.

O imobiliário continua a beneficiar do investimento estrangeiro, que se mantém ao rubro – não obstante os problemas registados a nível dos vistos gold, sobretudo com a emissão ou revalidação das autorizações para os chineses -, mas também dos compradores nacionais mais motivados a adquirir casa.

Euforia no setor

Em grande parte, por portugueses estão a comprar mais devido à maior disponibilidade da banca para dar crédito à habitação, ainda que com critérios mais exigentes, mas também por causa do cenário de baixas taxas de juro nos produtos de poupança. Os especialistas defendem que hoje em dia é mais seguro investir em imobiliário do que ter dinheiro no banco.

O número de licenças emitidas de mediadores imobiliários em Portugal ilustra bem o momento de crescimento que vive o setor atualmente. Em 2012, em plena crise, foram emitidas apenas 2.700 licenças, que contrastam com as 4.000 de 2009, e as quase 5.000 com que fechou o ano de 2016, segundo dados oficiais.

Reabilitação é insuficiente para responder à falta de produto

O grande problema que o imobiliário vive em Portugal, nos dias de hoje, é um desajustamento entre a oferta e a procura, com falta de produto nas zonas onde as pessoas querem viver e o excesso de stock onde ninguém quer estar, segundo apontam os especialistas.

A reabilitação tem sido nos últimos anos a solução para este problema, sobretudo nos grandes centros, mas começa a ser insuficiente, havendo necessidade de obra nova. Mas sempre ajustada às necessidades dos portugueses, defendem. E lançam à banca o repto para que abra os cordões à bolsa também na área da promoção imobiliária, uma vez que nos últimos anos não tem estado disponível para financiar obras.

Portugal está, definitivamente, na moda

O turismo tem nisto uma parte da responsabilidade, porque é notória a transferência de imóveis do mercado residencial e até de escritórios para a atividade turística. Seja, para alojamento local ou hotéis, devido à maior rentabilidade e menos risco que oferecem estes negócios aos proprietários e investidores. Neste sentido, considera-se que a troika permitiu abrir o centro da cidade de Lisboa, por exemplo, fazendo com que os proprietários começassem a mandar nos seus seus imóveis e dar-lhes o destino que pretendem, nomeadamente, a nível das lojas de rua.

Mas Portugal não está na moda apenas como destino turístico. Há cada vez mais empresas estrangeiras a valorizar e procurar o país para investir e instalar os seus centros de competências, para onde pretendem recrutar mão de obra qualificada. Mais uma vez aqui, a questão é a falta de oferta.

Quem é quem

Nesta segunda edição do “Quo Vadis Imobiliário” participaram Fernando Silva, presidente do regulador IMPIC, Luís Lima, presidente da APEMIP, Ricardo Sousa, CEO da Century 21, Eric van Leuven, managing partner da Cushman & Wakefield Portugal, Pedro Pereira, diretor de marketing da UCI e Filomena Lança, jornalista do Jornal de Negócios. Assistiram ainda César Oteiza, cofundador e diretor-geral do idealista Portugal, Ruben Marques, do departamento de comunicação da empresa e Tânia Ferreira, responsável do idealista/news e que esteve encarregada de moderar o debate.

Venho por este meio agradecer ao Miguel Fernandes pelo seu excelente trabalho na venda do meu apartamento sitio na Praça João XXIII nº 145, 5º direito, Póvoa de Varzim. Serei sempre grata por tudo que fez desde o inicio ao final do processo. Além de muito bom vendedor, é uma pessoa que eu admiro Profundamente, pelo o seu caráter, personalidade e honestidade. Parabéns Miguel e muitíssimo obrigada, sempre uma amiga também.

Filomena Ferreira

A 1.ª Feira de Investimento Imobiliário e no Turismo no Reino Unido dedicada a Portugal realiza-se em Londres em Outubro, em paralelo com um evento de negócios para empresas que se querem expandir-se para o mercado britânico.

A Feira de Investimento Imobiliário vai procurar investidores britânicos, mas também de outros países que usem a capital britânica como centro de negócios.

Em exibição, segundo os organizadores, estarão mais de 300 milhões de euros de projectos portugueses, com ênfase em empreendimentos de luxo ou direccionados sobretudo a fundos e sociedades de investimento, em projectos integrados de reabilitação urbana.

A iniciativa faz parte do evento ‘The Portuguese Offer’, a realizar nos dias 20 e 21 de Outubro, no centro de exposições Business Design Center, um espaço com uma área de 1.400 metros quadrados e capacidade para 132 expositores.

Dirigido ao público profissional, o evento pretende ser um “facilitador de negócios” entre os dois países, estando aberto a empresas portuguesas das indústrias da alimentação, calçado, têxteis, arte e decoração, turismo, imobiliário, moldes, porcelana, vidros e cristais, joalharia e cortiça.

Segundo os organizadores, foram feitos mais de seis mil contactos, nomeadamente com centrais de compras para hotéis e restaurantes, compradores de pequenos e médios distribuidores, escanções e negociantes de vinho, grossistas, importadores, bem como jornalistas e ‘bloggers’ britânicos.

O objetivo é “dar a conhecer e comercializar produtos, imobiliário, turismo e serviços de Portugal a um público que visita regularmente Portugal, mas não os encontra no seu mercado”.

A vantagem do modelo são os acordos com transportadoras, que permitem reduzir os custos de transporte de produtos, permitindo a presença de empresas com menor dimensão.

No ano passado, o número de empresas que vendem produtos para o mercado britânico disparou 38%, para 3.733, de acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

O Reino Unido é o quarto maior cliente de bens nacionais, tendo recebido 7% das exportações portuguesas em 2016, que totalizaram 3.540 milhões de euros, mais 5,5% do que em 2015.